A parábola do escorpião e o sapo e a relação do PT e Marília Arraes

A parábola do escorpião e o sapo e a relação do PT e Marília Arraes

“Certa vez, um escorpião aproximou-se de um sapo que estava na beira de um rio. O escorpião vinha fazer um pedido: "Sapinho, você poderia me carre

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“Certa vez, um escorpião aproximou-se de um sapo que estava na beira de um rio. O escorpião vinha fazer um pedido: “Sapinho, você poderia me carregar até a outra margem deste rio tão largo?” O sapo respondeu: “Só se eu fosse tolo! Você vai me picar, eu vou ficar paralisado e vou afundar.” Disse o escorpião: “Isso é ridículo! Se eu o picasse, ambos afundaríamos.” Confiando na lógica do escorpião, o sapo concordou e levou o escorpião nas costas, enquanto nadava para atravessar o rio. No meio do rio o escorpião cravou seu ferrão no sapo. Atingido pelo veneno, e já começando a afundar, o sapo voltou-se para o escorpião e perguntou: “Por quê? Por quê?” E o escorpião respondeu: “Porque sou um escorpião e essa é a minha NATUREZA.”

Acreditando em contribuir com o renascimento do PT de Pernambuco, a vereadora Marília Arraes se disponibilizou a ajudar para que o partido pudesse “atravessar o rio”. Antes foi avisada da natureza de alguns quadros do PT pernambucano, no entanto acabou confiando, foi à luta e construiu para o partido um lugar de destaque e protagonismo na política estadual.

Não fosse a natureza de alguns escorpiões, entre eles alguns que sequer têm voto ou condições para se reeleger sem a ajuda da tão cobiçada máquina, o PT de Pernambuco teria chances reais de disputar com competitividade o Palácio do Campo das Princesas.

Neste meio a parábola se misturou ao conto de fadas. A sapinha que esperava o seu o povo para beijá-la e assim virar princesa e chegar ao Palácio, acabou sendo traída pelo escorpião.

O PT Pernambucsndo revelou mais uma vez a sua natureza autodestrutiva.

Wellington Ribeiro
Blog Ponto de Vista

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