Casos de Covid-19 expõem caos na saúde pública de Camaragibe

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O município de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, precisa enfrentar além do novo coronavírus a ineficiência da gestão da prefeita Nadegi Queiroz (Republicanos) na área da saúde pública. A cidade observa um aumento nos casos de covid-19 e ao mesmo tempo a péssima prestação de serviço à população. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde no domingo (26), a cidade já contabiliza 145 casos da doença e 14 óbitos.

No único hospital municipal apto a receber casos de covid-19, a população está com o serviço limitado. Quem procura a emergência do Hospital Municipal Aristeu Chaves é surpreendido. “O atendimento chegou a ser suspenso depois que um homem chegou alegando falta de ar e, sem qualquer protocolo para receber os infectados, os atendentes optaram por suspender o serviço. Um absurdo em uma cidade que tem uma médica ocupando a cadeira de prefeita”, disse um morador que preferiu não se identificar. Outro fator que preocupa é a ação de prevenção ao vírus. Agentes de saúde trabalhavam sem equipamentos de proteção individual adequados (EPIs), aumentando o risco de contaminação, mesmo com a prefeitura recebendo recursos do Governo Federal. “A prefeita tem R$ 2 milhões para investir na saúde, onde está esse dinheiro? Para onde foi? Ela está agindo igual ao ex-prefeito Meira, de quem foi vice”, completou o morador.

Entre as vítimas em Camaragibe, dois guardas municipais já faleceram por conta do novo coronavírus. Um dos casos mais recentes foi o da professora Libânia Patrícia, que estava internada desde sexta-feira e faleceu no domingo. Dias antes de ser diagnosticada com a doença, a professora escreveu em uma rede social que procurou atendimento e não encontrou. “Eu mesma foi procurar emergência e um funcionário logo disse ‘não estamos atendendo’. Como uma cidade onde a prefeita é médica o único hospital não está atendendo?”, questionou.

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