Deputado Cleiton Collins quer ser recebido com urgência pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19 de PE

O pedido foi realizado durante a sessão da Alepe desta quinta-feira (10), presidida por Collins.

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O pedido foi realizado durante a sessão da Alepe desta quinta-feira (10), presidida por Collins.

O deputado estadual Pastor Cleiton Collins (PP) solicitou, em caráter de urgência, ser recebido pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19 de Pernambuco e assim colaborar com questões do enfrentamento da doença no estado. O parlamentar que presidiu a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) na manhã desta quinta-feira (10), discursou na expectativa de um encontro com o Comitê o quanto antes para falar da realização de uma análise e levantamento técnico relacionado aos últimos decretos estaduais.

Entre as pautas discutidas, a retirada das celebrações religiosas no âmbito presencial é uma das questões que serão revistas e se a ação determinada conquistou os efeitos idealizados, pois para o deputado, não houve nenhum efeito concreto com a decisão das celebrações apenas de modo virtual.

Atualmente, as atividades religiosas foram decretadas essenciais em Pernambuco.

“É necessário ter, neste momento de tantas vidas perdidas, o momento da oração, da cura da mente e tantas coisas, e voltar a normalidade”, explicou Collins.

Ainda segundo o pastor, o que está agravando o contágio do vírus é o não uso de máscaras, pela falta de consciência em parte da população, precisando urgentemente de uma campanha de conscientização das pessoas pelas ações preventivas para evitar a proliferação do vírus.

Collins também garantiu que nas celebrações religiosas todas as normas sanitárias estão sendo respeitadas como: o distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização com álcool em gel.

“Precisamos de uma política educativa para o uso de máscaras, porque a máscara protege e salva vidas e ficou cientificamente comprovada essa proteção”, explicou.

Também será abordado a questão da prioridade na vacinação para os profissionais que estão na linha de frente o mais breve possível como: padres, pastores, presbíteros e diáconos que estão no acolhimento e no serviço social. Além de trabalhadores de farmácias, supermercados e funcionários de comunidades terapêuticas que acolhem as pessoas que vivem situação de rua e que estão em contato com pessoas diariamente.

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