Igarassu – Vereadores votarão contas do prefeito Mário Ricardo

Na próxima quinta-feira(6), a Câmara de Vereadores de Igarassu irá votar as contas do prefeito Mário Ricardo(PTB), referentes ao exercício financeiro de 2015, que foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado(TCE). As principais irregularidades apontadas pelo TCE são a omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias ao Regime Geral da Previdência Social (RGPS) e ao Regime Próprio(IGAPREV), bem como a extrapolação de gastos com pessoal. Há mais de três meses, a Polícia Civil realizou operação na Empresa de Urbanização de Igarassu( Urbi), que resultou na prisão do presidente, Roberto Burle Arcoverde, da vice, Miriam de Almeida Tenório, e de uma assessora do gabinete. Os três estão recolhidos no Cotel, alvo de uma investigação sobre desvios de dinheiro público através de um esquema de funcionários fantasmas. Além disso, o petebista responde a vários processos movidos pelo Ministério Público por improbidade administrativa. Para o vereador Paulo Uchôa (PDT), que se notabilizou na Casa fazendo graves denúncias contra o prefeito, sem pressão popular sobre os vereadores dificilmente o parecer do egrégio tribunal será aprovado no plenário da Câmara.

Prefeito Mário Ricardo (PTB)

Na próxima quinta-feira(6), a Câmara de Vereadores de Igarassu irá votar as contas do prefeito Mário Ricardo(PTB), referentes ao exercício financeiro de 2015, que foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado(TCE).

As principais irregularidades apontadas pelo TCE são a omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias ao Regime Geral da Previdência Social (RGPS) e ao Regime Próprio(IGAPREV), bem como a extrapolação de gastos com pessoal.

Há mais de três meses, a Polícia Civil realizou operação na Empresa de Urbanização de Igarassu( Urbi), que resultou na prisão do presidente, Roberto Burle Arcoverde, da vice, Miriam de Almeida Tenório, e de uma assessora do gabinete. Os três estão recolhidos no Cotel, alvo de uma investigação sobre desvios de dinheiro público através de um esquema de funcionários fantasmas. Além disso, o petebista responde a vários processos movidos pelo Ministério Público por improbidade administrativa.

Para o vereador Paulo Uchôa (PDT), que se notabilizou na Casa fazendo graves denúncias contra o prefeito, sem pressão popular sobre os vereadores dificilmente o parecer do egrégio tribunal será aprovado no plenário da Câmara.

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