Jovens que cresceram em casas de acolhimento terão moradia reservada em programas habitacionais do Estado

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Jovens que perderam o vínculo familiar na infância ou adolescência e viveram em casas de acolhimento terão mais facilidade para encontrar um lar. Com a sanção da lei nº17.361, de julho de 2021, eles terão direito a pelo menos uma unidade residencial nos programas habitacionais lançados pelo Governo do Estado. A norma contempla a faixa-etária dos 18 aos 29 anos, e visa reduzir os obstáculos enfrentados pelos pernambucanos que cresceram sem o suporte familiar.

A autora do projeto que originou a lei, deputada Simone Santana (PSB), destaca que os egressos de instituições de abrigamento encontram mais obstáculos do que o comum para iniciar suas vidas adultas. “Esses jovens, ao chegar à maioridade, muitas vezes não têm para onde ir. Sem família e fonte de renda, precisam de oportunidades para que possam batalhar pelos seus sonhos com dignidade”, afirma a parlamentar.

ALEPE ACOLHE

A iniciativa da deputada Simone Santana tem sintonia com iniciativa promovida pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado (TJPE). Desde 2019, o Projeto Alepe Acolhe oferece estágios remunerados na Casa de Joaquim Nabuco para adolescentes aptos para adoção.

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