Madalena, Wellington e candidatos a vereadores descumprem a lei em Arcoverde

Saiba mais informações clicando no link

Radar Político (09/06) – André Ferreira e o desafio para chegar ao Senado
Eduardo da Fonte reforça apoio à Fundação Terra
Deputada Fabíola Cabral aborda demandas de obras e recursos hídricos com a secretária de infraestrutura, Fernandha Batista

Anunciado como um drive in, a onde só poderia participar as pessoas dentro dos veículos, a coligação União por Arcoverde, que apoia o candidato do MDB, Wellington da LW, descumpriu todas as leis, tanto da pandemia, como da Justiça Eleitoral e promoveu um evento político proibido pelo juiz da 57ª Eleitoral, Drauternani Pantaleão, numa tentativa clara de desmoralização da justiça e do próprio Ministério Público Eleitoral que pediu a suspensão dos eventos.

Com palco e som montado na entrada da Cohab II, em plena Av. José Bonifácio, o candidato montou até camarote, superlotado, com direito a chapéu de papai Noel em meio a Covid-19 que já matou 53 pessoas e tem 1.683 casos confirmado na cidade.

Nas imagens é possível ver além da prefeita Madalena Britto (PSB), que deveria preservar pela garantia da lei e foi a primeira a descumpri-la, o candidato do MDB, Wellington da LW; o atual vice-prefeito Wellington Araújo; e os candidatos a vereadores Luciano Pacheco (MDB), Paulinho (PSB) e João Taxista (PSB), todos sujeitos a multa, individual, de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).

Além do descumprimento das diretrizes eleitorais que proibiram as caminhadas, carreatas e comícios, entre outros eventos que aglomeram gente, o candidato Wellignton da LW incide nos tipos previstos nos artigos 268 e 330 do Código Penal, infringindo determinação do poder público, destinado a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa, que prevê detenção, de um mês a um anos, e multa; e desobedece a ordem legal de funcionário público que prevê detenção de quinze dias a seis meses e multa.

Com a realização do evento, o candidato e a prefeita Madalena Britto simplesmente ignoraram a lei, a justiça eleitoral e a proteção à vida devido a pandemia da Covid-19. Curiosamente, tanto a polícia civil quanto a polícia militar se omitiram diante da decisão judicial que impedia a realização desse tipo de evento, tendo, inclusive, a autorização da justiça para impedir o comício que foi realizado. Nem os candidatos, nem a prefeita e nem as forças de segurança obedeceram a ordem judicial.

COMMENTS