Michele Collins debate alienação parental na Câmara do Recife

Michele Collins debate alienação parental na Câmara do Recife

Autora da Lei municipal nº 17.900/13, cria a semana de conscientização e combate a alienação parental no Município do Recife, a vereadora Missionári

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Vereadora Michele Collins (PP)

Autora da Lei municipal nº 17.900/13, cria a semana de conscientização e combate a alienação parental no Município do Recife, a vereadora Missionária Michele Collins (PP) debate, nesta terça-feira (30), às 9h30, no plenarinho da Câmara Municipal do Recife.

Para a parlamentar esse é um tema que não é tão debatido dentro das famílias. “A alienação parental atinge milhares de famílias e os mais prejudicados são as crianças e os adolescentes. É um tema bastante delicado, mas que precisa ser debatido para que não aconteça, pois podem trazer efeitos psicológicos e emocionais negativos que pode provocar nas relações entre pais e filhos, podendo afetar a pessoa pela vida inteira. As pessoas fazem a prática e não percebem, por isso precisamos dar conhecimento sobre o tema”, explicou.

De acordo com o IBGE, a taxa de divórcio no Brasíl é de 1,8 para cada 1 mil pessoas. E a de separações é de 0,5 para cada 1 mil. Além disso, 40,3% são de casais sem filhos e 22% só têm filhos maiores de idade. Entre 2000 e 2010 foi de 3,7 milhões – só que a maioria (70%) é consensual. O IBGE tem uma pesquisa feita com base em registro civis que mostra que o total de casais separados judicialmente com filhos é de 428.326 no período compreendido entre 2003 e 2010.

Alienação Parental – Acontece quando quem tem a guarda do filho impede que ele tenha o convívio com os outros parentes maternos ou paternos. Entre os comportamentos que se enquadram estão: impedir as visitas, mudar de endereço e não avisar, recusar o contato por telefone, desvalorizar e insultar o ex-companheiro na presença dos filhos e até trocar nomes e sobrenomes. O objetivo da conduta, na maior parte dos casos, é prejudicar o vínculo da criança ou do adolescente com o genitor. A alienação parental fere, portanto, o direito fundamental da criança à convivência familiar saudável, sendo, ainda, um descumprimento dos deveres relacionados à autoridade dos pais ou decorrentes de tutela ou guarda.

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