
As mães relataram aos vereadores a preocupação com o bloqueio judicial dos recursos das emendas parlamentares, verbas essenciais para manter profissionais, aluguel do espaço, avaliações, terapias, visitas domiciliares e toda a estrutura que garante o desenvolvimento das crianças.
Durante a reunião, conduzida pelo presidente interino Professor Eduardo e acompanhada por diversos vereadores, incluindo Julinho Marinho, foram apresentadas as consequências da interrupção dos atendimentos: riscos de regressão, perda de avanços na comunicação, na socialização, na cognição e até na alimentação.

O presidente interino reforçou que o bloqueio não partiu da Câmara e orientou que as famílias busquem a Defensoria e o Ministério Público para tentar reverter a decisão. Também informou que buscará diálogo com o prefeito Carlos Santana para garantir a continuidade dos serviços.
Julinho reforça seu compromisso com cada família e cada criança que depende do CIDA. “Cuidar das pessoas é o que move nosso mandato”,registrou o parlamentar.

























