
Foto: Amaro Lima
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) fez críticas ao Governo Federal pela gestão na área da saúde. O parlamentar repercutiu uma pesquisa realizada no último mês pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que apontou a falta de vacinas em 64,7% dos municípios brasileiros.
Ele responsabilizou o Ministério da Saúde por não fazer a distribuição adequada dos imunizantes, e ressaltou que grande parte deles devem ser aplicados em idade infantil.
O deputado também mencionou o recente caso dos seis pacientes que foram infectados pelo vírus HIV após receberem transplantes de órgãos, e cobrou ações do Governo Federal. Por fim, criticou o crescente aumento nos casos de dengue no País e questionou o corte de verbas do Governo Federal para a realização de campanhas de prevenção a arboviroses.
“Vai aqui o meu total repúdio à ministra Nísia Trindade e ao presidente Lula pela falta de zelo com a saúde dos brasileiros”, enfatizou.
Em aparte, Abimael Santos (PL) chamou o governo Lula de “desgoverno” por cortes de recursos da saúde e da segurança pública. O parlamentar também criticou a previsão do Ministério do Desenvolvimento Agrário de destinar R$ 450 milhões para a compra de terras para reforma agrária.
Já o deputado Doriel Barros reagiu repudiando a política de saúde do governo Bolsonaro durante a pandemia de Covid-19, e relembrou que Feitosa não tomou a vacina contra a Covid.
“Bolsonaro deixou milhares de pessoas morrerem porque era contra a vacina. Se naquela época tivéssemos um presidente com a estatura de Lula, talvez seu pai, sua mãe ou seu filho não tivesse perdido a vida para a Covid”, retorquiu.
Em relação à Covid, Feitosa registrou que apresentou um laudo médico de 70 páginas na época para justificar a decisão de não se vacinar.

























