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São José do Belmonte

Duque participa de festejos da Pedra do Reino, em São José do Belmonte

Luciano Duque São José do Belmonte

O deputado estadual Luciano Duque participou das atividades da tradicional Festa da Pedra do Reino, em São José do Belmonte, neste fim de semana.

Ainda na sexta-feira (24), o parlamentar assistiu aos shows, na Praça Central da cidade. “Esse ano, tivemos uma grade de atrações de peso, graças ao apoio que solicitamos à governadora Raquel Lyra e ela de pronto nos atendeu”, celebrou.

No sábado (25), pela manhã, Duque acompanhou às apresentações de grupos de bacamarte, banda de pífano, repentistas, entre outras, no pátio de eventos. “É de nossa autoria a Lei que torna os bacamarteiros patrimônio imaterial de Pernambuco”, lembrou. “Um reconhecimento importante para essa manifestação cultural característica do interior do estado”, completou. À tarde, o parlamentar assistiu aos jogos da Carvalhada Zeca Miron, no estádio Carvalhão.

Hoje (26), o deputado assistiu à benção ao cavaleiros e amazonas realizada pelo padre Américo Leite, na paróquia de São José, e depois subiu à Serra do Catolé, onde aconteceu a apoteose do evento. No local, toda a corte real se reúne após acompanhar, à cavalo, o rei e a rainha dos festejos por 30 quilômetros, do centro da cidade ao sítio histórico da Pedra do Reino. “Parabenizo o amigo e prefeito Romonilson Mariano e a Associação Cultural da Pedra do Reino por mais um evento de sucesso. Ano que vem estaremos aqui novamente”, disse.

História

A festa da Pedra do Reino, que está em sua trigésima edição, recebeu incentivo do próprio Ariano Suassuna, autor do clássico brasileiro ‘O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta’. O livro mistura fantasia com realidade, na tentativa de um personagem criar uma epopeia nacional. Quaderna, o narrador dessa história que envolve muito mistério, é um descendente do líder da seita da Pedra do Reino, que existiu de fato entre 1835 e 1838 na Serra do Catolé, município pernambucano de São José do Belmonte. A seita produziu um mar de sangue no sertão. Ariano Suassuna começa a história um século depois, em 1935, que representa então o século do reino. A narrativa é mítica, na qual surge um sertão povoado por personagens e seres fantásticos, e onde é feita uma discussão sobre poesia e literatura em meio a duelos entre dois representantes da esquerda e da direita. A literatura e a cultura nordestina são muito valorizadas por Suassuna.

Wellington Ribeiro

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