
O cenário político pernambucano ganha mais um nome na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) em 2026. O ex-vice-prefeito de Olinda, Professor Manoel Sátiro, confirmou sua pré-candidatura a deputado estadual e pretende levar para o debate estadual uma pauta voltada à valorização da pessoa idosa e ao fortalecimento das políticas públicas para a terceira idade.
Com uma trajetória marcada pela atuação na educação, na gestão pública e em projetos sociais, Sátiro afirma que sua pré-candidatura surge da necessidade de ampliar a representatividade de segmentos que historicamente enfrentam dificuldades para ter suas demandas atendidas, especialmente a população idosa.
Segundo ele, Pernambuco precisa avançar na implementação de ações permanentes voltadas aos idosos, garantindo mais acesso à saúde, inclusão social, proteção de direitos e espaços de convivência que promovam qualidade de vida e envelhecimento ativo.
“Estamos vivendo uma nova realidade demográfica. A população idosa cresce a cada ano e precisamos garantir que esse público tenha atenção especial por parte do poder público. É necessário fortalecer políticas públicas, ampliar investimentos e criar mecanismos que assegurem dignidade para quem tanto contribuiu com a construção da nossa sociedade”, destacou Manoel Sátiro.
Entre as propostas defendidas pelo pré-candidato estão a ampliação dos Centros de Convivência da Pessoa Idosa, o fortalecimento dos Conselhos Municipais dos Direitos da Pessoa Idosa, a criação de programas estaduais de apoio ao envelhecimento saudável e a destinação de recursos para municípios que desenvolvam ações voltadas à terceira idade.
Nos bastidores, lideranças comunitárias, representantes de movimentos sociais e entidades ligadas à defesa dos direitos dos idosos têm manifestado apoio ao projeto político de Sátiro, que pretende percorrer diversas regiões do estado ouvindo a população e construindo uma plataforma participativa para o mandato.
A pré-candidatura do Professor Manoel Sátiro reforça o debate sobre a necessidade de ampliar a representação das pessoas idosas na formulação de políticas públicas, tema que deve ganhar cada vez mais espaço nas eleições de 2026.























