As três bandas que se apresentaram nessa quinta (19), na última noite de shows do Festival Rock Azulado, carregaram consigo uma grande responsabilidade: fazer shows à altura do evento, que busca evidenciar o cenário musical do rock caruaruense. E, claro, superar as apresentações anteriores – em busca do título.
O que não é necessariamente simples, considerando a qualidade apresentada pelas bandas participantes. Visão Noturna levou para o palco do Polo Azulão um repertório com muitas músicas autorais e alguns sucessos do rock nacional. O que, de acordo com o vocalista Luciano Santos, é uma das marcas do grupo que existe há duas décadas.
“O Festival [Rock Azulado] foi uma oportunidade muito grande, tanto para bandas como a nossa, com 20 anos de carreira, como também para as que estão com pouco tempo de formação. É um espaço que a gente não tinha em Caruaru. Então, trouxemos um mix de músicas autorais, algumas lançadas e outras que ainda serão”, destacou o vocalista da Visão Noturna, Luciano Santos.
Quem deu continuidade à sequência de apresentações foi a banda Rolê Alternativo. O grupo levou para o palco grande sucessos do rock nacional, consagrados por nomes como Pitty e O Rappa e que agitaram o público presente na noite fria da quinta-feira – a última das três dedicadas para as apresentações.
E o heavy metal da banda Dreameld também invadiu o palco do Polo Azulão. Esse foi o primeiro show dos seis anos de carreira do grupo no polo multicultural do São João de Caruaru, com a responsabilidade de encerrar essa edição do festival. A banda, liderada pelo vocalista Anderson Häns, acabou o show sob aplausos do público.
A noite ainda reservou espaço para a apresentação da cantora Nanny Mello. Ela levou para o palco um repertório regado ao empoderamento e à força feminina, explorando ora a delicadeza, ora a intensidade de vocais elétricos em sintonia a melodias marcantes. Resultado: o público permaneceu no Azulão até o show acabar.
























