A economia sustentável de matriz regenerativa é fundamentada em um modelo econômico que prioriza a restauração, renovação e revitalização de recursos naturais, sistemas e comunidades. Sua abordagem vai além da simples mitigação de impactos ambientais, buscando também promover a saúde dos ecossistemas e a resiliência das comunidades diante de desafios como as mudanças climáticas.
A secretária de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha, Ana Luiza Ferreira, destaca que esse planejamento estratégico serve como alicerces para o Plano Pernambucano de Mudança Econômico-Ecológica, conhecido como PerMeie. Este plano visa a integrar princípios de sustentabilidade e regeneração na economia do estado, promovendo um desenvolvimento mais equitativo e resiliente, em harmonia com os recursos naturais e as comunidades locais.
“O primeiro passo é exatamente esse mapeamento que estamos fazendo. Até junho, entregaremos um plano de ação com projetos prioritários para que possamos redirecionar o vetor de desenvolvimento do Estado, que hoje é um vetor que aponta para uma economia tradicional, para que a gente passe a ter uma economia com um olhar para o futuro”, enfatizou a secretária.
Durante o evento foram apresentadas as atividades do projeto “Planejamento Estratégico da Transição de Pernambuco para a Economia Regenerativa”, que está em desenvolvimento pelo Governo do Estado, contando com a orientação especializada da Consultoria Econômica e Planejamento (CEPLAN).