
O Senado Federal elegerá em 1º de fevereiro a nova composição da Mesa Diretora e o grande favorito para assumir a presidência é Davi Alcomumbre (União Brasil-AP), que já esteve no cargo entre 2019 e 2021. Ele é aliado do atual comandante, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e conta com apoio de PSD, MDB, PT, PL, PP, PDT, PSB e União Brasil, que somam 69 parlamentares, ultrapassando e muito o necessário para eleger em 1º turno, que é 41.
Nesta nova composição que está por vir, o Partido dos Trabalhadores, com 9 assentos, ganhará a 2ª vice-presidência, que ficará com o senador Humberto Costa. Ao apoiar Pacheco na última eleição, o partido do presidente Lula (PT), garantiu a 1ª Secretaria, com Rogério Carvalho (SE).
Eleição da Mesa Diretora
Caso o cenário siga e eleja Alcolumbre, o grande ganhador será o União Brasil, que tem apenas a 5ª maior bancada e, hoje, não tem espaço na Mesa Diretora.
O PL, com a segunda maior bancada, com 14 assentos, deve ficar com a vice-presidência, com Eduardo Gomes (TO). Sendo concretizado, também será uma vitória da legenda, visto que o partido não ocupa nenhum posto na Mesa Diretora, porque lançou, sem sucesso, Rogério Marinho (RN) na última eleição.
Podemos e PDT, que ocupam 3 lugares na Mesa, devem perder espaço entre os titulares. PSD, MDB, PSB e PP devem herdar 1ª, 2ª, 3ª e 4ª secretarias, a definir os nomes. Incluindo titulares e suplentes, 11 cargos estarão em disputa.
Regimentalmente, a escolha dos ocupantes de cada cadeira da Mesa Diretora é feita de acordo com a proporcionalidade, dando preferência às maiores bancadas — a regra também é válida para a indicação dos presidentes das comissões.
A eleição para presidente está marcada para as 10h. Já a reunião para eleger 2 vice-presidentes, 4 secretários e 4 suplentes está agendada para começar às 11h.

























