A pré-candidata ao Senado Marília Arraes recebeu, nesta segunda-feira (8), o título de cidadã de Paulista, em cerimônia realizada pela Câmara Municipal. A homenagem foi proposta pela vereadora Marcelly da Aquarela e reconhece a trajetória política da pedetista e sua atuação em pautas voltadas aos municípios pernambucanos.
Na mesma solenidade, o pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), também foi agraciado com o título de cidadão do município.
A honraria recebida em Paulista é a terceira concedida a Marília Arraes desde o lançamento de sua pré-candidatura ao Senado. Na semana passada, ela também recebeu títulos de cidadania nos municípios de Goiana e São Bento do Una.
Marília mantém histórico de votação expressiva em Paulista. Nas eleições de 2018, quando disputou uma vaga na Câmara dos Deputados, obteve mais de sete mil votos no município. Já em 2022, durante a disputa pelo Governo de Pernambuco, recebeu mais de 64 mil votos dos eleitores paulistenses no segundo turno.
Ao agradecer a homenagem, a pré-candidata destacou a importância econômica e estratégica da cidade para o estado e defendeu a ampliação de investimentos e oportunidades para a população.
“Paulista é uma cidade estratégica para Pernambuco, com força econômica, potencial de crescimento e um povo trabalhador que move a nossa economia. Os investimentos do Governo Lula já ajudam milhares de famílias, mas é preciso avançar ainda mais na geração de empregos, na atração de empresas e na melhoria da mobilidade urbana. No Senado, quero trabalhar para trazer mais oportunidades para a cidade e fortalecer obras importantes para o seu desenvolvimento”, afirmou.
Durante o discurso, Marília Arraes também abordou a pauta da violência contra a mulher, uma das bandeiras de sua atuação política. A pré-candidata destacou a necessidade de fortalecer ações de enfrentamento à violência doméstica e ao feminicídio.
“Faço questão de destacar aqui a força das mulheres paulistenses, que sustentam suas famílias e merecem mais reconhecimento, direitos e oportunidades e que, infelizmente, ainda enfrentam altos índices de violência doméstica. No ano passado, foram quase 2.100 casos registrados. Neste ano, de janeiro até maio, já são mais de 900. Isso não pode continuar”, declarou.
























