Policial agiu em legítima defesa, afirma Joel da Harpa

Parlamentar opinou sobre episódio em que policial se envolveu em uma discussão de trânsito e efetuou disparo de arma de fogo

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O soldado do 19º Batalhão de Polícia Militar (BPM) que se envolveu em uma discussão de trânsito e efetuou disparo de arma de fogo, o qual atingiu e matou um empresário em Jaboatão dos Guararapes, agiu em legítima defesa. Evidências mostram que o policial estava sofrendo um estrangulamento e que sua última alternativa para se conservar vivo seria usar a arma que estava em suas mãos. A afirmação é do Deputado Joel da Harpa em apoio ao PM.

Para o parlamentar, é preciso que a sociedade faça uma reflexão, para não “crucificar” os profissionais de segurança. Nenhum policial militar por sua sã consciência ia matar um inocente. “Ele era um excelente policial que, segundo seus próprios colegas, dificilmente agiria de forma irresponsável pois a sua conduta no dia a dia sempre foi ilibada e que esse trágico momento não pode apagar a história de um homem honesto e dedicado a sua profissão em defesa da nossa sociedade”, afirma.

Os próprios familiares da vítima relatam em entrevista que o empresário empurrou a moto. “Um policial mesmo de folga não deixa de ser policial. Vive em tensão e qualquer movimento estranho pode acionar seu instinto policial de reação. Neutralizar alguém, no caso, é uma atitude correta se houver risco de morte “, afirmou. “Sim, infelizmente, perdemos uma vida mas existe um rancor contra os profissionais de segurança que sempre condena o desempenho policial”, conclui.

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