
O prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, denunciou uma suposta perseguição política e administrativa por parte do Governo de Pernambuco, liderado pela governadora Raquel Lyra.
De acordo com o gestor, desde o início da atual gestão municipal, a administração tem enfrentado dificuldades impostas pelo Estado. No entanto, segundo ele, os fatos revelados recentemente representam uma situação sem precedentes.
A denúncia foi motivada por reportagem exibida em rede nacional pela TV Record, que aponta a existência de uma suposta operação clandestina para monitoramento de adversários políticos, utilizando a estrutura e equipamentos da Polícia Civil, sem respaldo judicial.
Para Sivaldo Albino, a prática representa uma grave violação aos princípios democráticos.
“Sem inquérito, sem ordem judicial, montou-se uma operação clandestina para monitorar adversários. Isso remete aos piores períodos da ditadura militar, quando órgãos de segurança eram usados para perseguir opositores”, afirmou.
O prefeito ressaltou ainda que a reportagem apresenta indícios e provas que reforçam a gravidade das denúncias, e cobrou providências das instituições competentes.
Segundo ele, diversas questões precisam ser esclarecidas, como a identificação dos responsáveis pela suposta operação e o alcance do monitoramento.
“Quem ordenou? Quem mais foi monitorado? Prefeitos, deputados, secretários? Essas respostas precisam vir à tona”, declarou.
Sivaldo Albino defendeu uma resposta firme da sociedade e dos órgãos de controle, para evitar que práticas antidemocráticas se tornem recorrentes no estado.
“É um absurdo inaceitável. O povo pernambucano merece respeito, transparência e compromisso com a democracia”, concluiu.

























