
Em uma entrevista ao Blog Ponto de Vista, durante a XXV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o prefeito de Panelas, Ruben Lima, abordou diversos temas, desde a importância de viver e entender o dia a dia do município até a avaliação de sua administração. Em resposta às críticas do ex-prefeito e adversário Sérgio Miranda, que recentemente o desafiou para um debate, o prefeito expressou sua confiança no trabalho realizado até agora e sua prontidão para um confronto de gestões.
“Respeito toda e qualquer indagação. Por parte dele ou de quem tiver suas pretensões, mas a gente precisa viver o município, a gente precisa trabalhar no dia a dia para poder entender o que as pessoas vivem“, afirmou o prefeito. Ele destacou que, ao contrário de quem não acompanha de perto a realidade de Panelas, sua administração tem conseguido um momento muito positivo, refletido nas avaliações favoráveis de sua gestão.
Ao comentar sobre as críticas de seu opositor, o prefeito foi enfático: “A fala que ele trouxe é de quem está perdido no que diz, de quem não consegue mais expressar o sentimento das pessoas“. Ele salientou que as declarações dos adversários são repetitivas e incoerentes, não refletindo as necessidades reais do município.
O prefeito também sublinhou a importância da democracia e do respeito às opiniões divergentes: “Eu respeito a posição de cada um, vivo a democracia e a gente precisa aceitar os resultados. Eleição é um momento de avaliação daquilo que a gente faz perante a população em todos os segmentos“.
Pronto para comparar gestões
Questionado sobre um desafio para comparar gestões, o prefeito se mostrou confiante e preparado: “No momento certo, quem vai chamar sou eu“. Ele rejeitou entrar em jogos de insultos e ressaltou que, apesar de ainda estarem em pré-campanha, está pronto para mostrar os resultados de sua administração no devido momento.
“Continuarei fazendo, transformando nosso município cada vez melhor. No momento oportuno das eleições, as pessoas poderão avaliar se querem respeito e dignidade ou voltar ao sistema de opressão“, concluiu.
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