
Ao lado do presidente Lula, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e representantes da Aena anunciaram, na última quarta-feira (11), em cerimônia no Palácio do Planalto, um amplo plano de investimentos voltado à modernização da infraestrutura aeroportuária nacional. O evento contou com a presença do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, e do presidente da Aena Brasil, Santiago Yus, entre outras autoridades.
Na ocasião, foi detalhado o projeto da concessionária Aena Brasil, que prevê um aporte total de R$ 9,2 bilhões em aeroportos de quatro estados brasileiros (SP, MS, PA e MG). O foco principal é o bloco de 11 aeroportos arrematado na última rodada de concessões, que receberá R$ 6,2 bilhões em investimentos. Desse montante, R$ 4,6 bilhões serão financiados pelo BNDES, integrando as ações do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
O pacote foi estruturado para enfrentar gargalos históricos da aviação civil brasileira. A estratégia atua em duas frentes: resolve a saturação estrutural de Congonhas, ponto estratégico da malha aérea doméstica, e fortalece a interiorização da aviação nacional.
“Estamos executando o maior programa de aviação regional da história. Embora seja essencial ter um olhar para os grandes centros, como estamos fazendo com a ampliação de Congonhas, é fundamental garantir o crescimento da aviação no interior do país. A prioridade do presidente Lula é levar o desenvolvimento para todas as regiões, com novos aeroportos no Norte e no Nordeste, conectando o Brasil profundo aos grandes mercados”, disse o ministro.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressaltou o papel do banco público como indutor desse novo ciclo de desenvolvimento, destacando a eficiência das novas modalidades de crédito.
“Com as inovações financeiras adotadas pelo BNDES, estamos vivendo um ciclo de expansão da infraestrutura do Brasil, que está gerando muito emprego, muito impulso e muito avanço. Só um estadista com essa dimensão é capaz, ao mesmo tempo, de ter a presença que tem nesse cenário internacional difícil e encontrar soluções criativas para a gente bater todos esses recordes em termos de infraestrutura e crescimento do Brasil”, concluiu.

























