Durante sua passagem por Brasília nesta semana, a vereadora de Olinda Eugênia Lima (PT) acompanhou os desdobramentos da crise institucional provocada por parlamentares da oposição, que ocuparam as cadeiras da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados e impediram a abertura da sessão legislativa, tanto na Câmara quanto no Senado. O episódio gerou forte reação da base governista, que denunciou a manobra como antidemocrática.
Eugênia esteve presente na coletiva de imprensa realizada no Salão Verde da Câmara dos Deputados, ao lado de outros parlamentares, onde reforçou o repúdio ao ocorrido. Para a vereadora, o ato representa uma grave ameaça à democracia. “Esse foi um ato golpista e espero que os autores sejam processados no Conselho de Ética. A democracia precisa ser defendida todos os dias, e nós não vamos recuar diante de ameaças autoritárias”, disse.
Durante a estadia na capital federal, Eugênia Lima também se reuniu com a ministra da Cultura, Margareth Menezes, e articulou a realização de um evento em Olinda para apresentação da plataforma Escult, além de uma capacitação voltada ao programa Rouanet Nordeste, que destina R$ 40 milhões para projetos culturais na região.
A parlamentar também esteve no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde tratou da realização de uma audiência pública sobre a preservação do patrimônio de Olinda, além de reuniões com representantes do Ministério das Mulheres e com a ministra Marina Silva, a quem manifestou preocupação com o impacto ambiental da futura Escola de Sargentos do Exército em Pernambuco.
Eugênia ainda se encontrou com o deputado federal Carlos Veras, presidente do PT em Pernambuco, e com o senador Humberto Costa. Também participou, como delegada, do 17º Encontro Nacional do Partido dos Trabalhadores, que reuniu lideranças de todo o país para debater os rumos do partido e a construção de políticas públicas voltadas à justiça social.


























