A vereadora Ninha Professora votou contra o projeto de lei que autorizava a suplementação orçamentária do município de Gravatá, decisão que repercutiu no cenário político local diante de seu histórico à frente da Secretaria de Educação.
Dados apontam que, entre 2021 e 2024, período em que esteve no comando da pasta, a parlamentar utilizou o mecanismo de suplementação em todos os anos de gestão para ajustes orçamentários e manutenção das atividades da secretaria. Os valores registrados foram:
• 2021: R$ 27.334.365,00
• 2022: R$ 32.486.936,00
• 2023: R$ 32.895.863,21
• 2024: R$ 13.734.058,00 (até deixar o cargo)
Ao todo, as suplementações realizadas ultrapassam R$ 106 milhões no período.
Considerada uma ferramenta técnica comum na administração pública, a suplementação orçamentária é utilizada para adequar despesas e garantir a continuidade de serviços essenciais. Diante disso, o voto contrário da vereadora levantou questionamentos sobre a mudança de posicionamento entre sua atuação como gestora e sua atual função no Legislativo.


























